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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Dianela – Dianella tasmanica

  • Nome Científico: Dianella tasmanica
  • Nomes Populares: Dianela, Dionela
  • Família: 
  • Categoria: 
  • Clima: ,,
  • Origem: ,
  • Altura: 
  • Luminosidade: 
  • Ciclo de Vida: 
  •  Dianella tasmanica, Dionela A Dianela é uma planta herbácea, perene, rizomatosa e entouceirada, nativa da Austrália e Tasmania, que vem conquistando os jardins brasileiros, como um excelente forração. Dos rizomas carnosos, surgem as folhas, que são verde-escuras, longas e estreitas, com margens finamente serrilhadas. Elas alcançam até 80 centímetros de comprimento e 5 cm de largura. As inflorescências são do tipo espiga, com pequenas flores azuis no ápice, com importância ornamental secundária. Os frutos que se seguem são bagas de cor violácea, globulares, brilhantes e com pouco mais de 1 cm de diâmetro. A forma mais frequente em cultivo é a variegata, com as margens das folhas de cor branca.
    No jardim, a dianela variegata é interessante na formação de maciços sob sol pleno (em clima subtropical e temperado) ou sob meia sombra (em clima tropical). Sua folhagem acrescentaincrível textura e contraste, clareando os lugares mais escuros do jardim. Ela pode ser utilizada isolada, como uma pequena touceira, em grandes maciços, fazendo às vezes de forração e até mesmo em plantios mistos com flores e outras folhagens. É uma planta curinga, se encaixando em diferentes estilos de jardim, como contemporâneo, oriental, tropical, etc. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, trazendo luminosidade para ambientes internos.
    Deve ser cultivada sob sol pleno, ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Em seu habitat cresce  em florestas úmidas, em locais sombreados, portanto prefere estes locais para vicejar. Depois de bem implantada, é capaz de resistir a períodos de estiagem. Rústica, resiste à maioria das pragas e doenças. De baixa manutenção, não necessita podas. Para renovar-lhe o viço, fertilizações semestrais e replantios bienais são suficientes. Multiplica-se por divisão das touceiras e por sementes.

Rabo-de-gato – Acalypha reptans

  • Nome Científico: Acalypha reptans
  • Nomes Populares: Rabo-de-gato, Acalifa, Acalifa-rasteira
  • Família: 
  • Categoria: 
  • Clima: 
  • Origem: 
  • Altura: 
  • Luminosidade: 
  • Ciclo de Vida:                                                                      Acalypha reptans, Acalifa, Acalifa-rasteira O rabo-de-gato é uma planta herbácea e florífera, que chama a atenção de todos com suas inflorescências vermelhas, com textura de pelúcia. Alongadas, elas fazem justiça ao nome, parecendo rabos de gato. Suas folhas são denteadas e abundantes, formando uma folhagem densa e baixa. Devido às suas características presta-se como forração. Bastante rústica, pode-se aproveitá-la para ensinar às crianças a apreciar e cuidar da natureza. Pode ser plantada em jardineiras ou na formação de maciços e bordaduras no jardim.
      Devem ser cultivados a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não tolera geadas. Multiplica-se por divisão da ramagem enraizada e por estaquia.

Unha-de-gato – Ficus pumila

  • Nome Científico: Ficus pumila
  • Nomes Populares: Unha-de-gato, Herinha
  • Família: 
  • Categoria: 
  • Clima: 
  • Origem: 
  • Altura: 
  • Luminosidade: 
  • Ciclo de Vida:         
  •                                     Ficus pumila, Herinha Uma das trepadeiras mais utilizadas no paisagismo, a unha-de-gato é de efeito espetacular. Seus ramos são muito aderentes e dispensam totalmente o tutoramento. Para que cresça, basta lhe fornecer um suporte adequado, e em pouco tempo estará completamente formada.
      Apesar de extremamente rústica, a unha-de-gato não deve ser utilizada em jardins que objetivam baixa manutenção. Sem as podas periódicas ela amadurece e se torna lenhosa, frutifica e destrói o suporte. Por ser excepcionalmente aderente é indicada para recobrir de verde muros, paredes, escadas, colunas e moldes de topiaria, preferencialmente estruturas sem acabamento.
      Além da forma tradicional, estão disponíveis no mercado, a unha-de-gato variegada e outra de folhas bem pequenas, que no entanto não apresentam a mesma rusticidade. Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolera o frio. Multiplica-se por estaquia.

Brilhantina – Pilea microphylla

 Pilea microphylla, Beldroega, Folha-gorda, Planta-artilheira A brilhantina é uma planta de textura peculiar, suas folhas são muito brilhantes, suculentas e pequeninas, de coloração verde-clara. Sua estrutura é bastante ramificada e ereta assemelhando-se a ramos de ciprestes. Sua estatura é baixa, de 20-30 centímetros, tornando-a excelente em composições com flores diversas. Apresenta flores bem pequenas, de pouca importância ornamental. Além do cultivo em vasos e jardineiras, pode compor maciços ou bordaduras em canteiros bem adubados e úmidos.
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra. É bastante exigente em matéria orgânica e irrigação. Não é tolerante à geadas. Pode ser multiplicada por estacas ou divisão de touceiras.