- Nome Científico: Dianella tasmanica
- Nomes Populares: Dianela, Dionela
- Família: Xanthorrhoeaceae
- Categoria: Folhagens, Forrações ao Sol Pleno, Gramados e Forrações
- Clima: Equatorial, Mediterrâneo,Oceânico, Subtropical, Temperado,Tropical
- Origem: Austrália, Oceania,Tasmania
- Altura: 0.3 a 0.4 metros
- Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
- Ciclo de Vida: Perene
A Dianela é uma planta herbácea, perene, rizomatosa e entouceirada, nativa da Austrália e Tasmania, que vem conquistando os jardins brasileiros, como um excelente forração. Dos rizomas carnosos, surgem as folhas, que são verde-escuras, longas e estreitas, com margens finamente serrilhadas. Elas alcançam até 80 centímetros de comprimento e 5 cm de largura. As inflorescências são do tipo espiga, com pequenas flores azuis no ápice, com importância ornamental secundária. Os frutos que se seguem são bagas de cor violácea, globulares, brilhantes e com pouco mais de 1 cm de diâmetro. A forma mais frequente em cultivo é a variegata, com as margens das folhas de cor branca.
No jardim, a dianela variegata é interessante na formação de maciços sob sol pleno (em clima subtropical e temperado) ou sob meia sombra (em clima tropical). Sua folhagem acrescentaincrível textura e contraste, clareando os lugares mais escuros do jardim. Ela pode ser utilizada isolada, como uma pequena touceira, em grandes maciços, fazendo às vezes de forração e até mesmo em plantios mistos com flores e outras folhagens. É uma planta curinga, se encaixando em diferentes estilos de jardim, como contemporâneo, oriental, tropical, etc. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, trazendo luminosidade para ambientes internos. Deve ser cultivada sob sol pleno, ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Em seu habitat cresce em florestas úmidas, em locais sombreados, portanto prefere estes locais para vicejar. Depois de bem implantada, é capaz de resistir a períodos de estiagem. Rústica, resiste à maioria das pragas e doenças. De baixa manutenção, não necessita podas. Para renovar-lhe o viço, fertilizações semestrais e replantios bienais são suficientes. Multiplica-se por divisão das touceiras e por sementes.
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Dianela – Dianella tasmanica
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
GRAMA AMENDOIM
Essa é uma grama que na verdade não é grama...!!! Como assim?! Essa menina tá ficando doida?! Ainda não...hehe...!!! É o seguinte, embora leve a palavra grama no nome, essa espécie é muito utilizada na forração de jardins, mas não são gramíneas uma vez que não suportam o pisoteio.
Muito rústica, ela se propaga facilmente e ajuda a integrar o conjunto do paisagismo. Embora não seja resistente ao pisoteio, possui rápido rebrote e dispensa podas periódicas. A grama amendoim, é uma espécie bastante ornamental e se adapta ao clima de todas as regiões do país, desde que não ocorram geadas. Suas folhas verde escuras apresentam formato oval e nascem em pares. Acima delas, salpicam pequenas flores amarelas durante toda a primavera e o verão.
Além da beleza delicada, a espécie apresenta raízes profundas (de 10cm) e entrelaçada, que evitam a erosão do solo. Essa característica torna a grama amendoim ideal para taludes. Além disso, o sistema radicular da planta produz seu próprio nitrogênio, nutriente essencial para a formação das folhas. Assim só é preciso adubar a planta se quiser estimular sua floração, com NPK 4-14-8.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra e em solo fértil.
Uma curiosidade sobre essa espécie: ela é uma leguminosa parente do amendoim...daí surgiu seu nome popular.
Nome Científico: Arachis repens / Origem: Brasil
Detalhe das folhas e flores
Acompanhando o talude e a escada
Como bordadura do espelho d'água
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