- Nome Científico: Duranta erecta aurea
- Nomes Populares: Pingo-de-ouro, Duranta, Violeteira, Violeteira-dourada
- Família: Verbenaceae
- Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Árvores,Bonsai, Cercas Vivas
- Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
- Origem: América do Sul, Brasil
- Altura: 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros
- Luminosidade: Sol Pleno
- Ciclo de Vida: Perene
Este arbusto de folhas douradas surgiu através de uma mutação da violeteira. Sua popularização foi um verdadeiro fenômeno no paisagismo brasileiro. O pingo-de-ouro, ao contrário de outros arbustos tradicionais, tem um crescimento muito rápido, o que aliado à sua cor amarelo vibrante, foram os grandes responsáveis pela sua larga utilização. É uma planta excelente para topiaria, principalmente para os iniciantes. Além disso presta-se como bordadura, cerca viva, renque e até mesmo para a formação de bonsai.
Não é indicada para jardins de baixa manutenção, pois exige podas mais freqüentes que outros arbustos. Quando não podado produz pequenas flores arroxeadas, róseas ou brancas e frutos esféricos, pequenos e amarelos, além disso suas folhas perdem um pouco a tonalidade dourada. Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não é tolerante à seca. Tolera o frio e as geadas. Multiplica-se por estaquia e mais raramente por sementes, já que estas podem originar pingos-de-ouro e violeteiras. Requer podas de formação e manutenção freqüentes, utilize sempre luvas para manipular esta planta, pois os ramos podem ser espinhentos.
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
PINGO DE OURO
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
BUXINHO!
Ontem, falei de formas e cores no jardim, e uma das espécies que mais apareceu nas fotos foi o Buxinho. Hoje, ele é uma das espécies mais usadas para a topiaria, que consiste em dar formas mais “artísticas” e geométricas a plantas, principalmente arbustos semi-lenhosos e trepadeiras. É esculpir uma planta com o auxílio de tesouras de poda, estaquias de condução e armações.
Sua folha verde-escura é bem resistente e regenera-se bem das podas, porém seu crescimento é relativamente lento se comparado a outras espécies usadas para cercas vivas. Tem aparência compacta, o que auxilia ainda mais seu esculpimento.
Tem grande durabilidade e rusticidades, exigindo pouca manutenção. Perfeito para compor desenhos, cercas e esculturas vivas. Também é muito utilizado para Bonsai. Adapta-se ao cultivo em vasos.
Deve ser cultivado a sol pleno, com solo fértil e regas regulares. Tolerante ao frio.
Nome Científico: Buxus sempervirens / Origem: Japão, Ásia e Mediterrâneo.
Como cerca viva
Como cerca viva
Compondo uma espécie de "guarda-corpo"
Topiado em forma de cone
Topiado em diversas formas
Topiado em diversas formas
ciprestes lindos...
O Cipreste-italiano é uma árvores nativa do Sul da Europa e do Sudoeste da Ásia. Chega a medir 30m de altura, com copa estreita e esguia. É uma espécie de grande longevidade e de folha persistente...sabe-se que algumas espécies chegam a viver mais de um milênio.
Sua floração é insignificante. O que chama a atenção mesmo são seus ramos, que permanecem verdes durante todo o ano.
No paisagismo é apropriado para jardins de estilo europeu. Sua forma esguia chama atenção, tendo um efeito ornamental muito bonito. Pode ser plantado isoladamente ou formando belos renques e cercas-vivas.
Deve ser cultivado no sol pleno e em locais de clima ameno e frio. Suporta solo mais seco e rico em matéria orgânica. É uma espécie que não necessita de podas. Porém também pode ser usada técnica de topiaria nesta espécie.
Nome Científico: Cupressus sempervirens / Origem: Ásia e Europa
VOCÊ SABE O QUE TOPIARIA?
Topiaria é a arte de podar plantas e arbustos em diversas formas para fins de decoração. É uma prática de jardinagem que dá formas artísticas às plantas e que tem como principal ferramenta tesouras de podar.
Segundos as evidências, essa prática já existia na época dos romanos, tendo crescido, sobretudo, no Renascimento Italiano e atingido seu ápice com André Le Nôtre, o maior paisagista do barroco francês e criador dos jardins de Versalhes (1662). As obras-primas do paisagista tiveram como base o uso de várias espécies (especialmente de buxo).
No período vitoriado, na Inglaterra do século XIX, as formas utilizadas passaram a ser mais arredondadas, como arcos, corações, rombos e meias-luas.
Na década de 60, os americanos criaram uma nova técnica: stuffed. Esse procedimento emprega suportes revestidos com ervas, gramíneas e trepadeiras e permitiu dar novas formas a essa arte, com maior variedade de texturas e cores das esculturas. Essa topiaria é considerada mais fácil de ser feita no jardim e ficou mundialmente conhecida ao ser aplicada nos jardins dos parques Walt Disney.
Cuidados necessários
A topiaria demanda alguns cuidados, como:
- Muitas formas são permitidas, contudo é preciso ter o cuidado de não existirem áreas negativas e côncavas, ou seja, parte alguma da planta deve ficar sem iluminação direta do sol;
- Há de ter cuidado também com a base da escultura. Esta precisa ser mais larga que o topo. Isso evita áreas com falhas;
- As formas mais simples de ser criadas são as cônicas e as espirais;
- Embora diversas espécies arbustivas se prestem a essa técnica, existem algumas plantas que são as mais indicadas. Entre elas: azaleias (Rhododendron simsii), buxinho (Buxus sempervirens), ficus (Ficus benjamina), ligustro (Ligustrum sinense), murta (Murraya paniculata), oleagno (Elaeagnus pungens), pitósporo (Pittosporum tobira), podocarpo (Podocarpus macrophyllus), teixo (Taxus baccata), tuias, cipreste (Cupressus coccinea), e viburno (Viburnum prunifolium).
Características
As particularidades que essas plantas apresentam em comum e que são ignoradas muitas vezes são:
- Possuem crescimento lento a moderado e grande longevidade;
- Apresentam folhas firmes (coriáceas a duras) e perenes e folhagem naturalmente ramificada e compacta;
- São tolerantes a podas frequentes.
- Apresentam folhas firmes (coriáceas a duras) e perenes e folhagem naturalmente ramificada e compacta;
- São tolerantes a podas frequentes.
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